Paróquia de S. Cristóvão do Muro

Vigararia Trofa/Vila do Conde
Diocese do Porto - Portugal

sábado, 3 de janeiro de 2015

Boletim Paroquial nº 130

Semana de 4 a 11 de Janeiro de 2015
Solenidade da Epifania do Senhor - Ano B


SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR

A liturgia deste domingo celebra a manifestação de Jesus a todos os homens…
Ele é uma “luz” que se acende na noite do mundo e atrai a si todos os povos da terra.
Cumprindo o projecto libertador que o Pai nos queria oferecer, essa “luz” incarnou na nossa história, iluminou os caminhos dos homens, conduziu-os ao encontro da salvação, da vida definitiva.

A primeira leitura anuncia a chegada da luz salvadora de Jahwéh, que transfigurará Jerusalém e que atrairá à cidade de Deus povos de todo o mundo.

No Evangelho, vemos a concretização dessa promessa: ao encontro de Jesus vêm os “magos” do oriente, representantes de todos os povos da terra…
Atentos aos sinais da chegada do Messias, procuram-n’O com esperança até O encontrar, reconhecem n’Ele a “salvação de Deus” e aceitam-n’O como “o Senhor”.
A salvação rejeitada pelos habitantes de Jerusalém torna-se agora um dom que Deus oferece a todos os homens, sem excepção.

A segunda leitura apresenta o projecto salvador de Deus como uma realidade que vai atingir toda a humanidade, juntando judeus e pagãos numa mesma comunidade de irmãos – a comunidade de Jesus.


Dia Mundial da Paz: PAPA DENUNCIA «ESCRAVATURA» E GUERRAS QUE ATINGEM A HUMANIDADE
Papa Francisco marca início de 2015 com apelos à oração pelo fim dos conflitos

Cidade do Vaticano, 01 jan 2015 (Ecclesia) – O Papa apelou hoje no Vaticano ao fim das guerras e da “escravatura” na humanidade actual, assinalando o Dia Mundial da Paz, no início de um novo ano.

«Já não escravos, mas irmãos»: eis a mensagem deste dia, porque a guerra faz-nos sempre escravos, uma mensagem que envolve todos. Todos somos chamados a combater qualquer forma de escravatura e a construir fraternidade. Todos, cada um segundo a sua própria responsabilidade”, declarou, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para a recitação do Ângelus.

Francisco afirmou que é a “proximidade de Deus” na vida de cada pessoa que oferece a “verdadeira paz”, um “dom divino”.

A Paz é possível e na raiz da paz está sempre a oração. Rezemos pela paz”, pediu, a partir das mensagens de alguns dos cartazes trazidos pelos participantes no Ângelus.

Simbolicamente, a oração decorreu em ligação à localidade italiana de Rovereto, onde se encontra um grande sino chamado ‘Maria Dolens’, fabricado em honra dos “caídos de todas as guerras” e benzido pelo Papa Paulo VI, em 1965.

Os presentes na Praça de São Pedro puderam ouvir o sino e o Papa Francisco deixou votos de que este gesto “seja o auspício de que nunca mais haja guerras, mas sempre um desejo e compromisso de paz e de fraternidade entre os povos”.

O pontífice argentino saudou os presentes com desejos de um “bom ano”, “feliz e sereno”.

Na sua tradicional catequese, Francisco falou do nascimento de Jesus como um ato de “libertação”, de “regeneração” da humanidade, por iniciativa de Deus.

O Papa convidou os católicos a recordar o dia do seu Baptismo, para celebrar o “dom” desse Sacramento com “um dia de festa”

A intervenção evocou ainda a solenidade litúrgica de Santa Maria, Mãe de Deus.

Peçamos-lhe que estenda sobre nós e sobre todos os dias do novo ano o manto da sua protecção materna”, declarou.

Tal como fizera na Missa do primeiro dia de 2015, Francisco convidou os presentes a saudar a Virgem Maria como “Santa Mãe de Deus”.

Após a oração do Ângelus, o Papa aos ‘sternsinger’ (cantores da estrela) que na Alemanha, Áustria e Suíça passam pelas casas para “anunciar o nascimento do Senhor e recolher ofertas para as crianças necessitadas”.

Bom ano a todos. Que seja um ano de paz no abraço da ternura do Senhor e com a protecção materna de Maria, Mãe de Deus e nossa mãe”, concluiu.


Igreja/Portugal: MORTE DE D. JOSÉ POLICARPO MARCOU 2014
Pedro Gil, director do gabinete de imprensa do Opus Dei, destaca uma figura que soube «comunicar a fé no meio da cultura»

Lisboa, 30 dez 2014 (Ecclesia) – O director do gabinete de imprensa do Opus Dei realça, entre os acontecimentos do último ano, a morte do cardeal-patriarca de Lisboa, salientando que D. José Policarpo foi para os católicos “uma voz de referência” num tempo conturbado.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, que poderá ser acompanhada esta tarde a partir das 15h30 na RTP2, Pedro Gil recorda que D. José Policarpo “teve que enfrentar grandes dificuldades”, pois “apanhou todo um processo de secularização da sociedade”.

No entanto, isso não impediu o cardeal-patriarca de ser “sempre uma voz firme e esclarecida”, na defesa dos valores cristãos e na “comunicação da fé no meio da cultura”.

Por outro lado, D. José Policarpo aliava a sua “profundidade intelectual” a uma capacidade de “improviso surpreendente”, onde ficava patente toda a sua “grande sensibilidade para com o Espírito Santo”, complementa o responsável de comunicação da “Obra de Deus”.

Para Pedro Gil, o cardeal-patriarca, pela forma como procurava ler “os sinais dos tempos”, permanece como uma figura incontornável a seguir numa altura em que a Igreja Católica em Portugal está a redefinir a sua linha de ação pastoral.

Fazer a “ponte entre aquilo que é a realidade” da sociedade, do mundo, das pessoas, “e aquilo que é Jesus Cristo, Deus, presente nela”, é uma missão “problemática e difícil”, aponta o comunicador, que dá como exemplo o Sínodo sobre a Família que está a ser promovido pelo Papa Francisco.

Um processo de “discernimento”, que tem de contar com a colaboração de todos os católicos, não só com a hierarquia.

Cada um de nós tem de manter o seu aparelho de escuta ligado e sensível para ouvir aquilo que Deus tem para dizer”, complementa.

A nomeação de novos bispos e a utilização das novas ferramentas digitais como forma de comunicar Cristo ao mundo foram outros pontos destacados por Pedro Gil, na análise ao ano que está a findar.

No primeiro caso, o director do gabinete de imprensa do Opus Dei realça a importância do surgimento de pessoas novas, dentro da estrutura da Igreja, que possibilitem a implementação de novas soluções pastorais.

O Papa Francisco espera dos bispos uma missão clara, serem pessoas muito próximas do seu povo, atentos a ouvir os problemas das pessoas. Os novos bispos estão sensíveis a isso e julgo que isto é aquilo que a Igreja precisa neste momento”, acrescenta.

D. António Moiteiro foi designado novo bispo de Aveiro, em substituição de D. António Francisco dos Santos, que seguiu para a Diocese do Porto.

Ainda no campo das alterações, D. José Traquina e D. Francisco Senra Coelho foram nomeados bispos auxiliares das dioceses de Lisboa, e Braga, respectivamente, enquanto D. João Marcos abraçou o cargo de bispo coadjutor de Beja.

Muitas vezes é mais fácil pensar que todo o trabalho compete aos bispos e à sua comunicação”, mas “também é uma responsabilidade das pessoas terem a preocupação de se informar e estar atentas àquela que é a orientação de cada bispo em cada lugar. A relação das pessoas com os bispos reveste-se de grande importância”, refere ainda a este respeito Pedro Gil.

Já quanto às novas tecnologias, aquele responsável considera a utilização delas por parte da Igreja um ponto fundamental, numa “cultura moderna que habituou muito a pessoas a viverem como se Deus não existisse”.

Caminhos como estes, tão simples, permitem-nos corrigir o rumo e fazer com que as pessoas tentem novamente relacionar-se com Deus. No entanto, estas ferramentas devem ser usadas com profissionalismo”, conclui Pedro Gil na sua análise ao último ano.


AVISOS

HORÁRIOS DAS MISSAS
Terça-feira, dia 6 de Janeiro, às 18:30
Sábado, dia 10 de Janeiro
  • às 10:00 – Na Capela de São Pantaleão, Missa com a Catequese
  • às 17:00 – 7º Dia de Maria Amélia da Silva Araújo; 7º Dia de Albina Moreira Maia
Domingo, dia 11 de Janeiro, às 9:15

ATENDIMENTO

Na próxima Terça-feira, das 17H00 às 18H00.

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